Cientistas anunciam criação de embrião humano clonado
29/01/2008
Nova terapia reduz uso de remédios em transplantados
Depois do transplante, paciente tem que tomar remédios pelo resto da vida
Cientistas americanos descobriram dois novos tratamentos para evitar que pacientes transplantados tenham que tomar remédios imuno-supressores – para evitar a rejeição do órgão – pelo resto da vida, segundo artigos publicados na revista especializada New England Journal of Medicine.
Os tratamentos envolvem o implante de células sangüíneas ou da medula óssea no paciente a receber o órgão doado.
Os remédios imuno-supressores encorajam a aceitação do órgão pelo paciente, mas têm vários efeitos colaterais, entre eles o aumento do risco de câncer, da pressão sangüínea e do colesterol.
A menos que o órgão seja doado por um gêmeo idêntico, a reação do corpo é rejeitá-lo, como um invasor.
Mesmo os órgãos de doadores compatíveis exigiam o consumo dos imuno-supressores e médicos vêm trabalhando há anos em alternativas para impedir a rejeição e reduzir a necessidade dos remédios.
Alternativas
No primeiro estudo, realizado na Universidade de Stamford, nos Estados Unidos, um homem que recebeu um rim de seu irmão passou dois anos sem tomar os remédios, depois que os médicos interferiram em seu sistema imunológico com tratamento que combinava irradiação, tratamentos com anticorpos e infusão de células sangüíneas do irmão.
O tratamento criou uma espécie de célula imune “pacificadora”, que parece apta a evitar o ataque contra o órgão doado.
“A idéia de se livrar dos remédios tem um tremendo apelo entre os pacientes”, afirmou o principal autor do estudo, John Scandling.
“Até agora há esperança, mas ainda temos um longo caminho pela frente.”
Destruindo a medula óssea
O segundo estudo foi conduzido no Hospital Geral de Massachusetts, onde cinco pacientes receberam tratamento que destruiu parcialmente suas medulas ósseas, e com elas os glóbulos brancos, que causam a rejeição.
Essa medula foi então substituída por um enxerto da medula do doador, e em seguida eles receberam o rim.
Um deles rejeitou o órgão, mas até agora os outros quatro têm vivido com funções renais normais e sem remédios. Um deles fez o transplante há cinco anos.
O médico Robert Higgins, especialista britânico em transplante de rins, afirmou que os dois estudos são animadores, mas disse ter algumas reservas em relação ao de Massachusetts.
“Enquanto esses resultados iniciais são encorajadores, o tratamento envolvido em destruir a medula óssea pode ameaçar a vida do paciente.”
Segundo ele, “como em todas as partes do mundo, o principal problema para os transplantes ainda é a falta de órgãos”।
Problemas e infecções comuns entre quem tem HIV
Candidíase e herpesA candidíase é uma infecção fungal que geralmente atinge a boca, garganta ou vagina। O vírus da herpes pode causar feridas tanto na boca quanto nos digitais.
As duas infecções, comuns entre a população em geral, ocorrem com maior freqüência entre os portadores de HIV, mesmo entre aqueles com a contagem de CD4 relativamente alta।
Sintomas: a candidíase causa feridas brancas, deixa a boca seca e provoca dificuldades para engolir। A herpes provoca bolhas dolorosas na área afetada.
TuberculoseA doença é a maior responsável pela morte de pacientes com Aids no mundo। Muitos países enfrentam uma dupla dose de epidemias: a da Aids e a da tuberculose.
Muitas pessoas são portadoras da bactérias causadora do tuberculose, mas apenas uma parcela desenvolve a doença। Entre os portadores do HIV, porém, o número de casos de tuberculose é 30 vezes maior.
A tuberculose ataca inicialmente os pulmões। Posteriormente pode atingir também os nódulos linfáticos e o cérebro.
Sintomas: tosse severa, muitas vezes com sangue, dor no peito, fatiga, perda de peso, febre e suores noturnos।
Cânceres do Sistema ImunológicoOs portadores do HIV enfrentam maior risco de desenvolver cânceres do sistema imunológico, conhecidos como Linfomas Não-Hodgkin। A doença pode atingir qualquer parte do corpo, incluindo o cérebro e a espinha, e provocar a morte no período de um ano.
O câncer pode surgir com qualquer contagem de CD4 e é geralmente tratado com quimioterapia.
Sintomas: inchaço dos nódulos linfáticos, febre, suores noturnos e perda de peso।
Sarcoma de KaposiO Sarcoma de Kaposi é um tipo de câncer comum entre homens portadores do HIV। A doença causa manchas vermelhas ou roxas na pele. Também pode afetar a boca, os nódulos linfáticos, o aparelho gastro-intestinal e os pulmões. Com isso, pode se tornar fatal. O Sarcoma de Kaposi geralmente atinge pacientes com contagem de CD4 inferior a 250, mas tende a ser mais grave quando a contagem é menor.
Sintomas: lesões na pele, falta de ar (caso o pulmão seja atingido), sangramento (se o aparelho gastro-intestinal for afetado)।
Pneumonia A pneumonia é historicamente uma das maiores causas de morte entre os portadores de HIV, mas agora já pode ser tratada e prevenida com medicamentos। A doença costuma atingir o pulmões. Também pode afetar os nódulos linfáticos, o baço, o fígado e a medula. Geralmente ocorre nos casos de contagem de CD4 inferior a 200.
Sintomas: febre, tosse seca e dificuldade em respirar।
Infecções cerebraisOs pacientes com HIV são vulneráveis a duas infecções que muitas vezes afetam o cérebro। Uma delas é a toxoplasmose, provocada por um parasita encontrado em animais. A outra é causada pelo cryptococcus, uma bactéria encontrada no solo, que causa meningite e pode levar o paciente à coma e à morte. A incidência dos dois casos é mais comum quando a contagem de CD4 é inferior a cem.
Sintomas: dor de cabeça, febre, dificuldades de visão, náusea e vômito, fraqueza em um dos lados do corpo, dificuldade em respirar (toxoplasmose) e rigidez na nuca (meningite).
Infecção no intestino (MAC)A MAC (Complexo Mycobacterium Avium, na sigla em inglês) é causada por uma bactéria encontrada na água, na poeira, no solo e em fezes de pássaros। Ela atinge o intestino. Pode também se alastrar pelo sangue e afetar outras partes do corpo. A doença costuma atingir pacientes com contagem de CD4 inferior a 75.
Sintomas: cólicas, náusea e vômito, febre, suores noturnos, perda de apetite e de peso, fadiga e diarréia।
Risco de cegueira (Citalomegalovirose)A citomegalovirose é uma infecção viral da família da herpes। Nos portadores de HIV, costuma causar a morte das células da retina। Essa doença, conhecida como retinite, pode provocar cegueira rapidamente se não tratada। A citomelovirose também pode afetar outras partes do corpo. O quadro pode atingir pessoas com contagem de CD4 inferior a cem, mais é mais comum em números inferiores a 50. Sintomas (retinite): visão embaçada e prejudicada por pontos negros que se movem e pontos cegos.
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20/01/2008
Informações confiáveis sobre saúde na internet
Consulta virtual eficaz
Discuta com um médico as informações encontradas na internet. Mesmo estudos científicos sérios e conclusivos podem não ser aplicáveis ao seu caso. Isso porque detalhes como a amostra pesquisada ou o número de evidências semelhantes na literatura médica podem definir quanto um novo estudo é, de fato, relevante para o paciente. Leigos raramente conhecem ou prestam atenção a esses dados. Ouvir um especialista evita sustos à toa e tratamentos inadequados
PROGRAMA NACIONAL DE DST/AIDS LANÇA NOTA TÉCNICA SOBRE VACINA DE FEBRE AMARELA PARA SOROPOSITIVOS
14/01/2008 - २२ह३०
No início da noite desta segunda-feira (14) o Programa Nacional de DST/Aids (PN) lançou uma nota técnica sobre a vacina de febre amarela em soropositivos। Uma das principais recomendações do documento é que o paciente deve tomar a dose contra a doença se tiver com contagem CD4 acima de 200 células por mm³ e assintomático para a Aids। O texto do PN afirma que a vacina “não seja administrada em pacientes com HIV que estejam sintomáticos, independente da contagem de Linfócitos CD4+”। Mesmo assim, a administração deve ser avaliada antes por um médico sobre o risco-benefício para o portador do HIV। Confira esta e outras recomendações no documento, a seguir।Nota Técnica nº 05/08Assunto: Orientações sobre o uso da vacina contra Febre Amarela em pessoas que vivem com HIV e doentes de Aids1 – Indivíduos com deficiência imunológica associada ao HIV têm risco mais elevado de desenvolver complicações após administração da vacina contra Febre Amarela (complicações pós-vacinais), assim como podem apresentar resposta imunológica protetora menos consistente do que a população geral. 2 - A vacina contra Febre Amarela é constituída de vírus atenuado. Sua administração em pessoas infectadas pelo HIV deve ser condicionada à avaliação médica do risco-benefício para o paciente. 3 - Conforme o comunicado emitido em 11 de janeiro de 2008 pelo Ministério da Saúde – “Mortes de macacos e a prevenção de febre amarela no Brasil, 2007 e 2008” a vacinação para a Febre Amarela está sendo intensificada nos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal e indicada para as pessoas que se deslocaram para todos os estados e municípios do Maranhão e Minas Gerais, para os municípios localizados aos sul do Piauí, oeste e sul da Bahia, norte do Espírito Santo, noroeste de São Paulo e oeste dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.4 – O comunicado supracitado contra-indica a administração da vacina para pessoas com imunodeficiência grave associada ao HIV. Complementarmente, “Recomendações para o Tratamento Anti-retroviral em Adultos 2008”, indicam que a vacina contra a febre amarela pode ser recomendada para pessoas que vivem com o HIV, sempre levando-se em consideração a condição imunológica do paciente e o risco de transmissão definido pela sua situação epidemiológica local, podendo ser indicada para pacientes assintomáticos que tenham contagem de Linfócitos T CD4+ células/mm³ maior ou igual a 200 células/mm³.5 – Recomenda-se que a vacina contra Febre Amarela não seja administrada em pacientes com HIV que estejam sintomáticos, independente da contagem de Linfócitos CD4+ , e em pacientes assintomáticos que apresentam contagem de Linfócitos CD4+ inferior a 200 células/mm³ (imunodeficiência grave). Nesses casos, deve-se adiar a administração da vacina até que um grau satisfatório de reconstituição imune seja obtido com o uso de terapia anti-retroviral, proporcionando melhora na resposta vacinal e redução no risco de complicações pós-vacinais.6 – Ressalta-se que a administração de vacinas em pessoas que vivem com HIV, incluindo a vacina contra Febre Amarela, acarreta falsa e transitória elevação de carga viral sangüínea e falsa transitória queda na contagem de Linfócitos T-CD4+. Recomendamos, portanto, que os pacientes evitem coletar exames de carga viral do HIV e contagem de Linfócitos T-CD4+ nas quatros semanas subseqüentes à administração de qualquer vacina. Brasília, 14 de janeiro de 2008Orival Silva Silveira Fonte: Programa Nacional de DST/Aids
Software ajuda a atualizar coquetel anti-HIV
Luigi पर्रिनी
O Grupo de Pesquisas em Bancos de Dados do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, juntamente com o Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde (PNDS/AIDS), desenvolveu um software que ajuda os médicos de todo o Brasil a saberem quais drogas devem ser ministradas na formulação de coquetéis anti-HIV.
Desde 2005 em funcionamento, o programa localiza as mutações genéticas do vírus e, por meio de um conjunto de regras pré-estabelecidas por um grupo de especialistas da USP, Fundação Pró-Sangue, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), indica a quais medicamentos o vírus está resistente. Essas regras são conhecidas como o “algoritmo brasileiro”. O HIV é um vírus com alta taxa de mutação, o que facilita o surgimento de resistência ao coquetel de drogas ministrado aos portadores da doença. “Essa resistência é, atualmente, o principal fator que leva os portadores do vírus a não controlarem a infecção decorrente da síndrome”, explica João Eduardo Ferreira, professor do IME e integrante do projeto de desenvolvimento do software. Sempre que ocorre falha no tratamento, o vírus replica em outra parte do gene, e aumenta a chance de trechos nos quais o coquetel não atua serem selecionados. “Para a detecção desse problema, é indicada a realização do teste de genotipagem”, afirma Ferreira. O teste, sofisticado e individualizado, necessita do seqüenciamento de dois genes do vírus. “O HIV foi o primeiro vírus para o qual o teste de genotipagem foi introduzido na prática clínica”, explica o professor do IME. O PNDS/AIDS desenvolveu uma rede com 14 laboratórios em todo o País, denominada Rede Nacional de Genotipagem (Renageno), para a realização de cerca de 6 mil testes anuais. Cerca de 500 médicos foram capacitados para a análise dos resultados do teste. “Algoritmo brasileiro”
O algoritmo, em termos da ciência da computação, é uma seqüência de instruções e processos matemáticos necessários para a determinação de uma certa condição; o do HIV é “um conjunto sofisticado de regras ordenadas que muda ao longo do tempo”, explica Ferreira। Esse “conjunto sofisticado” é um desafio computacional que motivou o interesse pelo desenvolvimento do software. “As regras, nesse caso, têm história. O que é válido hoje pode não ser amanhã”, afirma o pesquisador. “O conjunto de regras muda toda hora, além de ser complexo e extenso”. Ainda não existe um algoritmo aceito pela comunidade cientifica internacional, e o desenvolvimento de um algoritmo próprio facilitou o treinamento dos médicos pelos especialistas e permitiu uma resposta às necessidades locais de tratamento. Outra particularidade do programa é que não há necessidade de uma atualização do software por especialistas em computação, mesmo que as regras precisem ser repostas. Cada redefinição do médico, baseada nos exames, gera um novo algoritmo para identificar um novo conjunto de regras. O software é integrado por toda Rede Pública de Saúde em nível federal e é sustentado pelo PNDS/AIDS, que requereu o desenvolvimento do programa em 2004. Cerca de 180 mil pacientes recebem medicamentos anti-retrovirais pelo Ministério da Saúde. O IME hospeda os algoritmos que alimentam os computadores integrados à rede que utiliza os softwares. Mais informações: (0XX11) 3091-6147
Fonte: Agência USP
Novo remédio contra a aids é aprovado nos एकुआ
As autoridades da saúde dos Estados Unidos deram hoje seu sinal verde para um novo medicamento contra a infecção do vírus de imunodeficiência humana (HIV) em adultos।A Administração Federal de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) informou em comunicado que o medicamento, chamado Etravirine, é recomendado para pacientes que não apresentaram resultados com outros tratamentos anti-retrovirais.Acrescentou que a autorização foi emitida depois de se observar uma atividade anti-HIV contra cepas mutantes que resistem a outros tratamentos."Este é outro importante produto para muitos pacientes com a infecção do HIV que não respondem aos medicamentos disponíveis", disse Debra Birnkrant, diretora da Divisão de Produtos Antivirais da FDA.A FDA assinalou que os efeitos colaterais mais comuns do medicamento são reações de pele e náuseas.Washington, 18 jan (EFE).- As autoridades da saúde dos Estados Unidos deram hoje seu sinal verde para um novo medicamento contra a infecção do vírus de imunodeficiência humana (HIV) em adultos.A Administração Federal de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) informou em comunicado que o medicamento, chamado Etravirine, é recomendado para pacientes que não apresentaram resultados com outros tratamentos anti-retrovirais.Acrescentou que a autorização foi emitida depois de se observar uma atividade anti-HIV contra cepas mutantes que resistem a outros tratamentos."Este é outro importante produto para muitos pacientes com a infecção do HIV que não respondem aos medicamentos disponíveis", disse Debra Birnkrant, diretora da Divisão de Produtos Antivirais da FDA.A FDA assinalou que os efeitos colaterais mais comuns do medicamento são reações de pele e náuseas.
Fonte: EFE
10/01/2008
TEM PERGUNTAS QUE A GENTE FAZ LOGO, TEM OUTRAS QUE A GENTE DEIXA PRA FAZER OUTRO DIA। ASSIM, UMA DÚVIDA SIMPLES PODE VIRAR UM TORMENTO COMO, POR EXEMPLO, NÃO BEIJAR NA BOCA POR TER VISTO UMA GOTINHA DE SANGUE NA GENGIVA ENQUANTO ESCOVAVA OS DENTES. PODE SER, TAMBÉM, QUE O MENINO PASSE POR ANTIPÁTICO POR NÃO QUERER EMPRESTAR UM SABONETE. SEM FALAR NA MENINA QUE TEM VERGONHA DE PERGUNTAR SE PODE TRANSAR SEM CAMISINHA COM O NAMORADO, JÁ QUE ELE TAMBÉM É SOROPOSITIVO. POR ESSAS E OUTRAS, CONVIDAMOS ALGUNS MENINOS E MENINAS A DEIXAREM A VERGONHA EM CASA E IREM AO HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CONVERSAR COM UM DOS MÉDICOS DE LÁ, O INFECTOLOGISTA LUIZ FERNANDO CABRAL PASSONI. ELES APROVEITARAM A OPORTUNIDADE PRA BOTAR A BOCA NO TROMBONE.
Meu namorado também é soropositivo। Agente pode transar sem camisinha?Não. Sempre há o risco de vocês se infectaremcom um vírus mais resistente aos remédiosusados no Brasil contra a aids. Se você se infectarde novo, pode atrapalhar muito o tratamento.
De vez em quando minha gengiva sangraenquanto escovo os dentes ou passofio dental। Quando isso acontece, posso dar beijo na boca?Se for só uma gotinha de sangue no momentode escovar os dentes, pode. Nesse caso, a quantidade de sangue é muito pequena e a própria saliva produz uma substância contra o vírus. Mas ninguém deve beijar com a boca machucada, seja portador do HIV ou não.
Todo mundo sabe que o HIV não passa pelo copo, nem pelo talher।Mesmo assim,tem gente que não gosta de usar a mesma louça que eu. Por quê?O hábito de separar louça de quem tem alguma doença é antigo. Vem da época em que havia muita tuberculose, mas nem a tuberculose passa pela louça. Não fazia sentido separar a louça de quem tinha tuberculose,como não tem sentido separara louça de quem tem HIV. Mesmo assim, algumaspessoas mantiveram o hábito e opreconceito. Isso é uma bobagem!
E se, em vez de usar camisinha, a gente tirar na hora agá?Não adianta। O risco é o mesmo de transar sem camisinha, porque o homem solta um pouco de esperma antes de gozar. É bom lembrar que a secreção que a mulher produz navagina também transmite HIV.
Pode dividir alicate de unha?O problema maior do alicate de unha paraquem já tem o HIV é o risco de contrair outrosvírus, como o da hepatite B e o da hepatite C।Alicate pode ser perigoso principalmente quandose tira “bife”।
Se eu sofrer um acidente de carro e for socorrido por uma pessoa que não tenha luvas na hora, ela pode ser contaminadapelo meu sangue?O vírus só vai sobreviver se entrar no outrocorpo, ou seja, se infectar outra célula।Se uma pele intacta (sem machucado)tiver contato com o sangue contaminadonada acontece.
Meu sabonete só eu que uso।Também separo minha toalha de banho.Não é melhor?O HIV não é transmitido pelo sabonete nempela toalha de banho.
E mordida de mosquito? Lá em casa tem um monte de pernilongo।Mordida de mosquito não transmite HIV. Sepreocupar com mosquito é delírio!
Às vezes minha irmã quer usar meus brincos।Posso emprestar?Pode.O brinco não tem contato com o sangue, só com a pele. Só haveria risco se houvesse sangue no buraco da sua orelha e você passasse o seu brinco mediatamente para sua irmã. Com o piercing é a mesma coisa.
Meu filho adora me abraçar e me beijar no rosto। Como ele só tem um ano, tenho medo que pegue o HIV assim.Beijar e abraçar não passa o HIV.
E se a mulher é soronegativa, mas ohomem é soropositivo?Nesse caso, eles podem recorrer à inseminação artificial com lavagem do esperma।Assim, a mulher já recebe o esperma sem o vírus. Converse com o seu médico sobre isso.
Minha médica só fala que meu CD4 está bom। O que quer dizer?As células CD4 são as células do corpo que nos protegem contra várias infecções. O HIV destrói as células CD4 e, então, todo dia nosso organismotem que produzir novas células paraque o seu número esteja bom, ou seja, sempreacima de 200 por mililitro de sangue. Melhor ainda se acima de 350.
Posso engravidar e dar de mamar?Não pode amamentar। O neném não podenem botar a boca no peito porque corre o risco de pegar HIV pelo líquido que sai do peito antes do leite. Se a mulher que tem o HIV engravida e não faz nada, ela tem uma chance de 30 a 40% de passar o HIV para o neném. Se ela for medicada durante a gravidez, tem de 1 a 2% de chance.
Quando descobri o HIV tive depressão।Depressão mata?Se for muito grave, a depressão pode matar.A pessoa pode deixar de se alimentar e morrerpor desnutrição. Por outro lado, a depressãodiminui as defesas do organismo e qualquercombate ao HIV depende dessasdefesas. Mas, quando a pessoa descobre quetem HIV, é normal que ela fique deprimida porum tempo. Se sentir algo de estranho, falecom o seu médico.
Pensei que o pai da minha filha tinha morridode aids,mas o atestado de óbito diz que ele morreu de insuficiência respiratória।Por quê?Se o atestado de óbito diz que ele morreu de insuficiência respiratória, o que o levou à mortefoi o fato de os pulmões não estarem funcionando.Isso acontece, em geral, em casos depneumonia, tuberculose ou infecção generalizada.O pai da sua filha não devia estar fazendo o tratamento direito, porque o HIV destruiu as defesas do organismo dele.
A cesariana é mais segura que o partonormal?Não। Durante a gestação, o medicamentoevita que o vírus passe pelo cordão umbilical.Mas ele também pode passar para o bebê na hora do parto, seja na cesariana ouno parto normal. A indicação da cesariana deve ser avaliada caso a caso.
Por quantos anos uma pessoa com HIVpode ficar bem sem tomar remédio?De sete a dez anos। Nesse período o seu organismo está em equilíbrio com o vírus – o organismo repõe o que o vírus destrói em quantidade de células. Em casos raros, esse período é de apenas três anos. Em outros casos, também raros, o organismo se mantém em equilíbrio com o vírus por 15 anos.
Dizem que ninguém morre de aids। Como assim?Quando o HIV destrói as células CD4, ele destróinossas defesas e, então, várias infecções e vários tipos de câncer podem ocorrer. São essas doenças que podem levar à morte se não forem tratadas a tempo. Se o seu CD4 está bom e se você toma os remédios direito, você está protegido dessas doenças.
Se eu não posso transar sem camisinha, como vou engravidar?Existem alternativas। Converse com o seu médico sobre isso।
Depois que eu começar a tomar remédio, vou poder ser jogador de basquete? Tenho medo de ter problemas com o exame antidoping।O antidoping não tem nada a ver com o antiretroviral.Ninguém pode ser proibido de praticar esporte.
fonte revista saber viver
14/12/2007
EUA: regras para entrada de pessoas com हिव
2007/12/12 08:50José Pestana, da Agência लूसा
Nova proposta para portadores do vírus da SIDA cria polémica
Uma nova proposta para permitir a entrada nos Estados Unidos de pessoas portadoras do vírus HIV está ser largamente criticada por organizações médicas e humanitárias.
Em 2006, por ocasião do Dia Mundial da SIDA, o presidente norte-americano, George W. Bush, prometeu reformar uma lei aprovada no início da epidemia de SIDA que proíbe a entrada nos Estados Unidos de estrangeiros infectados com o HIV.
Poderiam ser contempladas excepções pelos serviços de imigração num processo que, contudo, foi reconhecido pelas próprias autoridades como «lento, burocrático e injusto».
Agora, a nova lei proposta pela administração Bush afirma que a concessão de vistos de entrada a pessoas infectadas com HIV será autorizada por pessoal consular norte-americano no estrangeiro, reduzindo-se assim a burocracia e a morosidade do processo.
Condições
Contudo, as novas propostas requerem ainda que haja prova de que a infecção com o vírus HIV está controlada, que os viajantes possuem quantidade suficiente de medicamentos anti-retrovirais para a viagem e que possuem meios financeiros suficientes ou seguro de saúde para cobrir quaisquer emergências médicas que possam surgir.
Os viajantes com o vírus HIV têm também de concordar que não tentarão prolongar a validade do seu visto de entrada depois de chegarem aos Estados Unidos.
As suas deslocações aos Estados Unidos estão limitadas a duas viagens de 30 dias cada por ano e qualquer violação dos termos do visto de entrada resultará numa proibição permanente de reentrada nos Estados Unidos.
«Regras não têm qualquer implicação para países cujos cidadãos não precisam de visto»
Um advogado luso-americano perito em imigração disse à agência Lusa que, «na prática», as regras não têm qualquer implicação para pessoas provenientes de países cujos cidadãos não precisam de vistos para entrar nos Estados Unidos. «Qualquer pessoa com HIV de Portugal ou de outro país que não necessita de vistos para entrar em território norte-americano vai continuar a fazê-lo sem qualquer problema pois ninguém lhe vai perguntar à entrada do pais se é portador do vírus HIV», disse o advogado, que pediu o anonimato.
Confrontado com as novas regras, Paul Volberding, conselheiro da organização Médicos para os Direitos Humanos, disse que as propostas «fariam rir se não fossem tão graves».
A Associação Médica para o HIV emitiu um comunicado no qual diz que as novas propostas são «mais restritivas, mais pesadas e arbitrárias do que a lei que têm por intenção substituir. Uma lei que recusa entrada a pessoas com HIV não tem qualquer base na ciência ou saúde pública e deveria ser anulada», afirmou, em comunicado, a presidente da organização, Arlene Bardeguez.
Discriminação
A associação considera ainda que as novas regras são discriminatórias para com os visitantes com HIV ao proibí-los de prolongarem os seus vistos ou de pedirem residência nos Estados Unidos.
«Em vez de transformar uma má lei numa lei pior a administração Bush deveria resolver o problema pressionando o Congresso a pôr termo à proibição de entrada nos Estados Unidos de pessoas com HIV», disse Bardeguez.
Outros críticos fazem notar que «é absurdo» obrigar funcionários consulares a tomar decisões que envolvem conhecimentos médicos.
Especialistas em questões de imigração sublinharam, por outro lado, que as pessoas que mais prejudicadas serão pela nova lei serão aquelas dos países mais pobres, onde em muitos casos é difícil de obter documentos médicos.
10/12/2007
Cerest implanta ouvidoria
(06/12/2007 - 16:45)
A criação de uma Ouvidoria na Diretoria de Saúde do Trabalhador (Disat) foi discutida nessa quinta-feira (06), com o ouvidor geral da Secretaria de Saúde, Danilo da Silva Torres. O objetivo é ouvir, acolher e dialogar com a população, buscando atendê-la em suas manifestações quanto ao Sistema Único de Saúde e especificamente na área de saúde do trabalhador para efetivação dos seus princípios e diretrizes.
A Ouvidoria da Disat constituirá um canal articulador entre o gestor e o controle social, tendo como estratégia a gestão participativa e o exercício de cidadania. Danilo Torres informou que o serviço será descentralizado e disporá de recursos para sua formação, incluindo sala, material e equipamentos, provenientes do Ministério da Saúde. Na reunião foi estabelecido ainda que a Ouvidora da saúde do trabalhador será a servidora Lílian da Silva Ferreira.
O coordenador do projeto de implantação da Ouvidoria, médico Mário Sérgio Nunes, informou que é muito importante para o serviço público poder contar com esse espaço para colher as queixas, reclamações e sugestões dos usuários do SUS. “Afinal estes são os principais motivos do nosso trabalho”, concluiu.
A diretora da Disat, Tereza Cristina Veverka de Faria explicou que muitos questionamentos recebidos estão fora da esfera da Disat. “O importante é esclarecer os direcionamentos das informações à população, buscando o fortalecimento e comprometimento com a saúde do trabalhador”, ressaltou.
Sylvia Moreira - SES/DF
Brasil poupa 50% nas despesas de anti-retrovirais
por Saúde Business Web
07/12/2007
O dado foi apresentado em artigo da revista norte-americana PLoS Medicine, com base em estudo realizado entre 2001 e 2005
A evolução dos gastos em medicamentos contra Aids no Brasil é o tema de um artigo publicado na revista PLoS Medicine, da Faculdade de Saúde Pública de Harvard (EUA), nesta semana.
Dados de um estudo feito pela Fiocruz apontam que as negociações com a indústria farmacêutica para baixar o preço dos medicamentos anti-retrovirais gerou uma economia de 50% nas despesas com esse tipo de produto no Brasil.
O baixo custo, de acordo com o estudo, está atrelado aos anti-retrovirais sob patente, que custa menos no Brasil do que em outros países também em desenvolvimento.
Estima-se que, na ausência dessas negociações, o país teria gastado mais de US$ 2 bilhões entre 2001 e 2005.
Somente em 2006, o governo brasileiro atendeu cerca de 180 mil portadores de HIV.
06/12/2007
Câmara dos Deputados tem de novo a Frente em HIV e Aids
por Saúde Business Web
06/12/2007
Com a Câmara, os parlamentares pretendem incentivar ações entre o Executivo e o Legislativo, além de organizar movimentos sociais
Depois de quatro anos, a Câmara dos Deputados organiza novamente uma Frente Parlamentar Nacional em HIV e Aids.
O tema, que foi destaque recentemente por conta do Dia Mundial da Luta Contra a Aids, comemorado em 1º de dezembro, contará com o suporte político de 198 deputados.
A idéia da Frente é incentivar ações e projetos de lei nos poderes Executivo e Legislativo. Além disso, a organização terá o papel de organizar movimentos sociais em prol de prevenção, assistência e direitos humanos das pessoas portadoras da doença.
Os deputados do PT, Chico D´Ângelo e Paulo Teixeira, comandarão a Frente.
30/11/2007
Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 9973.6832
e-mail: hepato@hepato.com - Internet: www.hepato.com
28/11/2007
Esclarecimentos sobre HERBALIFE
No dia 15 de outubro de 2007 divulgamos artigos científicos publicados pelo Journal of Hepatology no segundo semestre de 2007.Na divulgação (da mesma forma como foi feito com o primeiro dos estudos em 26/06/2006) alertávamos sobre os cuidados que devem tomar indivíduos que apresentam algum problema no fígado em relação ao consumo de ervas e suplementos nutricionais. Alerta esse que reiteramos ao divulgar as novas publicações.
Ficamos altamente satisfeitos com a Herbalife ao verificar que nesta segunda nota de esclarecimento público colocam no texto que "inicialmente, muitos desses indivíduos já apresentavam previamente sérias complicações médicas, tais como infiltração gordurosa do fígado, síndrome metabólica e hepatites".Vemos assim que a Herbalife aceita que pessoas com esteatoses (gordura no fígado) síndrome metabólica (resistência a insulina e diabetes) e portadores de hepatites, devem ter cuidados especiais no seu uso. Em defesa dos acometidos por problemas hepáticos solicitamos publicamente a Herbalife que considere a colocação desta advertência nos rótulos dos produtos.
Antes de ingerir qualquer erva ou suplemento nutricional, por mais natural que ele for, sempre deve se consultar um médico, especialmente por aqueles acometidos de qualquer condição ou doença que afete seu fígado. Um fígado com considerável dano hepático possui menor capacidade de metabolização.Considero estranho que os artigos publicados no segundo semestre de 2007 não citem a declaração relatada no texto da Herbalife referente ao parecer do dia 1º de maio de 2005. O Editorial do Journal of Hepatology explica que a atribuição dos problemas ao Herbalife pode ser especulativa, mas contesta a afirmação da Herbalife, informando que a companhia se recusou a fornecer as informações necessárias para esclarecer os casos.
Continuamos assim nossa missão de manter informados a todos aqueles que apresentam problemas hepáticos, considerando que a informação e um excelente medicamento.
Estamos disponibilizando na nossa página as publicações completas, em Inglês (formato .PDF) para que os interessados possam eliminar qualquer duvida sobre o tema.
Agradecemos o texto enviado pela herbalife o qual reproduzimos na integra como direito de resposta।
Carlos Varaldo
Grupo ओतिमिस्मो
A notícia completa e a Nota da Herbalife são encontradas na nossa página www.hepato.com.
Hospital de Taguatinga, no DF, inaugura Centro Oncológico
por Saúde Business Web
29/11/२००७
Unidade recebeu investimento de R$ 280 mil
O Hospital de Taguatinga, no Distrito Federal, ganhou um novo Centro Oncológico. Com investimento de R$ 280 mil, a unidade oferece serviços de quimioterapia, radioterapia, além de atendimento ambulatorial.
Segundo a Secretaria de Saúde, o Distrito Federal registrou 16 mil novos casos de câncer somente esse ano, e a estimativa é que até 2008 o número de doente chegue a 400 mil.
Mortalidade por Aids em SP é reduzida em 56,5%
por Saúde Business Web
30/11/2007
Taxa é referente ao período de 1995 a 2006
Um último levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde sobre a mortalidade dos portadores de HIV aponta que o número caiu cerca de 56,5%. A taxa se refere ao período de 1995 a 2006. Segundo o balanço, houve 7.739 óbitos por Aids em 1995 contra 3.363 no ano passado. A Taxa de Mortalidade pela doença caiu de 22,9 óbitos por 100 mil habitantes em 1995 para 8,3 óbitos por 100 mil em 2006.
Uma das razões para a queda da mortalidade entre os pacientes HIV positivos foi a introdução dos anti-retrovirais mais potentes, ocorrida em 1996. Segundo a Secretaria, houve um pico da epidemia em ambos os sexos em 1998, com um total de 11.955 casos notificados. Em 2005, foram notificados 6.258 casos de Aids, o que representa uma queda de quase 50% em números absolutos em relação a 1998. Dos 645 municípios do Estado de São Paulo, 621 (96,3%) tiveram pelo menos um caso de Aids desde o início da epidemia.
Em 2005 a maior incidência de casos notificados esteve na faixa etária de 30 a 39 anos. Já o Estado de SP, a epidemia de Aids vem diminuindo nas faixas etárias mais jovens, especialmente entre 15 a 19 anos. A taxa caiu de 9,8 casos (por 100 mil habitantes), em 1991, para 5,8 casos (por 100 mil habitantes) em 2005.
09/11/2007
Cientistas acreditam que microRNA (miR-10b) é agente da metástaseÀ luz de um estudo publicado na revista «Nature», uma pequena molécula desempenha um papel crucial na metástase (movimento ou disseminação de tecidos doentes de um órgão para outro). Segundo avança a publicação, o próximo passo dos investigadores é descobrir os alvos “para que seja possível determinar o grau de perigo que determinado tumor oferece, como age e como contê-lo.”Na investigação conduzida por Robert Weinberg, do Instituto Whitehead (EUA) a acção do microRNA é relacionada com a propagação do cancro pelo corpo. “Uma associação (do microRNA) com um dado clínico não é trivial”, considerou a bióloga molecular Dirce Maria Carraro, investigadora do Hospital A.C. Camargo (Brasil), frisando que “é um trabalho muito bom.”Para testar a ligação, Weinberg e mais dois cientistas analisaram diversos tecidos cancerosos de mama, alguns mais malignos do que outros. De acordo com os investigadores, um microRNA específico, chamado miR-10b, era especialmente evidente nas amostras com grande potencial metastático, ou seja, que lançaram células doentes pelo corpo.O RNA é um dos principais actores da genética, formado por uma fita de bases químicas. Na forma de mensageiro, carrega as informações do seu primo DNA para fora do núcleo da célula, onde se formam os “tijolos” do corpo, as proteínas. Por sua vez, o microRNA parece um recorte dessa fita: tem apenas cerca de 20 bases. Ainda assim, consegue bloquear o trabalho do RNA mensageiro como sugerem estudos recentes que ligam esta pequena molécula com a morte de células.Segundo revelou a «Nature», o miR-10b apareceu em 9 de 18 mulheres que tinham um cancro de mama desse tipo, enquanto era quase ausente em cinco pacientes com tipos menos agressivos. A mesma fonte esclarece que o grupo testou a sua teoria em ratos. “Os animais receberam células cancerígenas humanas com o miR-10b, que se espalharam pelos vasos sanguíneos. Por outro lado, quando foram injectadas células de cancro humanas sem a molécula, nenhuma migração aconteceu.”Os investigadores acreditam que esse microRNA afecta a actuação de um gene chamado «twist», ligado à metástase por outros estudos - inclusive do próprio Weinberg. No entanto, a equipa norte-americana afirma não conhecer exactamente o que acontece dentro das células para produzir comportamentos tão distintos. “É ainda possível que o miR-10b controle alvos adicionais”, referem no artigo.Weinberg adiantou à «Nature» que descobrir o alvo é o passo seguinte: “Se conseguirmos, será possível determinar o grau de perigo que determinado tumor oferece, como age e como contê-lo.”Raquel पचेको
Identificados 3 novos genes cancerígenos
Publicado: quarta-feira, 10 de Outubro de 2007 - 12:००
Investigadores sugerem a existência de 3 novos genes cancerígenos que aparentam trabalhar em conjunto, sendo responsáveis por 20% dos casos de cancro do pulmão।Descobrir o modo como estes genes podem impedir a formação de certos tumores é agora uma das prioridades dos cientistas, segundo o estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences."Descobrimos uma mutação genética frequente no cancro do pulmão", afirma David Mu, um dos líderes da pesquisa.A equipa de cientistas de David Mu observou uma amostra de tecido cancerígeno retirada do pulmão, descobrindo a presença de 3 genes, TTF1, NKX2-8 e PAX9, que aparentemente trabalham em conjunto promovendo o crescimento do tumor. Os genes estão localizados junto uns dos outros, no cromossoma 14.Estes genes também desempenham um papel no desenvolvimento dos pulmões no embrião, embora em adultos eles possam sofrer uma mutação em formas malignas, ajudando as células dos pulmões a transformarem-se em células cancerígenas, segundo os investigadores.David Mu acredita que estas descobertas podem vir a dar um grande contributo na medicina. "Temos vindo a procurar identificar pacientes com este tipo de mutação para descobrir que tipo de prognóstico eles têm", afirma Mu. "É importante percebermos como estes genes funcionam. É possível haver outros genes importantes para o desempenho destes genes, podendo estes representar um melhor alvo para nós do ponto de vista terapêutico", concluiu o investigador.Pedro Santos
http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=4692
01/11/2007
Cientistas conseguiram realizar, em laboratório, o que parecia impossível: arrancar o material genético do vírus HIV de células humanas infectadas por ele. Se o achado puder ser repetido em pessoas com Aids, a maior barreira para a cura definitiva da doença terá sido removida.
A descoberta está descrita na edição desta semana da revista "Science" (www.sciencemag.org), a mais prestigiosa publicação científica dos Estados Unidos. A equipe liderada por Indrani Sarkar, do Instituto Max Planck de Biologia Molecular, Celular e Genética (Alemanha), usou como base uma espécie de "tesoura química", do grupo de proteínas conhecidas como recombinases. Esse picotador biológico normalmente serve para cortar DNA em bactérias.
Eles adotaram essa estratégia porque o vírus da Aids, uma vez dentro das células que infecta, é praticamente irremovível. O que acontece é que o vírus consegue se integrar ao DNA da célula humana: mesmo que sua forma ativa seja destruída pelos tratamentos atuais, ele continua lá dentro, pronto a se multiplicar quando a célula que o abriga se reproduzir.
As recombinases de bactérias poderiam ajudar no contra-ataque "recortando" o HIV dos trechos de DNA onde se instala, mas para isso seria preciso modificá-las. É que substâncias desse tipo têm sua ação guiada por alguns pedaços específicos de DNA, que dizem onde ela deve cortar - uma espécie de linha pontilhada.
Sarkar e companhia deram um jeito nisso forçando "gerações" de recombinase a evoluir no tubo de ensaio, selecionando sempre as mais adequadas para lidar com o desafio de picotar o HIV. Depois, as melhores foram submetidas ao teste de arrancar o vírus do interior de uma colônia de células humanas, também em laboratório, e se saíram bem.
No entanto, ainda é muito cedo para dizer se o mesmo valerá para um ser humano vivo, infectado com o vírus. Para Alan Engelman, pesquisador do Instituto do Câncer Dana-Faber, em Boston (EUA), a recombinase de laboratório precisa se tornar muito mais eficiente do que é hoje para lidar com a grande quantidade de vírus da Aids "integrados" no DNA dos soropositivos.
25/10/2007
Comissão aprova distribuição da vacina contra o HPV pelo SUS
24/10/2007
O texto original restringia a vacina a mulheres com idade entre 9 e 26 anos
A vacina contra o HPV (Papiloma Vírus Humano) pode ser oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou hoje o substitutivo ao projeto de lei 164/07, que obriga o SUS a oferecer a vacina gratuitamente a todas as mulheres. O texto original restringia a vacina a mulheres com idade entre 9 e 26 anos.
O substitutivo incube o próprio SUS de regulamentar o projeto.
O PL será votado agora para as Comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.
13/10/2007
Cientistas criam enzima que extrai DNA do vírus da Aids
Sexta-Feira 29 de Junho 2007
Fonte : Último सेगुन्दो
Cientistas criaram uma enzima que extrai o HIV, o vírus causador da Aids, de células infectadas। A “extração de DNA” não deverá ter aplicação terapêutica imediata.Os pesquisadores, dos institutos alemães Max Planck e Heinrich-Pette, desenvolveram uma enzima que, em laboratório, é capaz de extrair o DNA implantado pelo vírus no genoma humano. O trabalho é descrito na edição desta semana da revista Science. Vírus como o HIV atuam inserindo seu próprio DNA no genoma da célula infectada. Além de permitir que os genes do vírus se expressem dentro da célula, esse processo garante que o material genético do HIV esteja presente em todas as células geradas a partir da divisão da hospedeira original. “O vírus liga-se de modo inseparável ao hospedeiro, o que torna uma ‘cura’ da Aids virtualmente impossível”, escreve o biólogo americano Alan Engelman, do Instituto Dana-Farber, em comentário que acompanha o artigo da Science. Por isso, boa parte das pesquisas de combate à Aids se voltam para tentar impedir que o vírus penetre nas células. Os pesquisadores, liderados por Indrani Sarkar, do Instituto Max Planck, chegaram a esse resultado com a criação de uma forma específica da enzima recombinase, preparada para reconhecer e extrair os trechos de DNA do HIV do genoma humano. A recombinase usada como base para o experimento, chamada Cre, é largamente utilizada para recortar e recombinar seqüências de DNA em experiências com genes de camundongos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
04/10/2007
EXCLUSIVO: Érico Bueno é o novo coordenador de PACS do HC
por Cylene Souza
04/10/२००७
Executivo era gerente de negócios de Medical IT da Philips
Érico Bueno acaba de assumir a coordenação de PACS (Picture Archiving Communication System) e RIS (Radiology Information System) do Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
"Devido à complexidade e dimensão, o projeto tem sido um desafio para mim e todos os outros envolvidos", declara Bueno.
O executivo é formado em Administração de Empresas, com MBA Executivo pela Business School de São Paulo.
Bueno atuou por oito anos em multinacionais de equipamentos médicos e, nos últimos cinco anos, foi gerente de negócios da Philips no Brasil e América Latina, onde foi responsável pela criação e o desenvolvimento da linha de Medical IT.
PF prende cinco pessoas acusadas de falsificar próteses
por Saúde Business Web
04/10/२००७
As investigações tiveram início em novembro do ano passado
A Polícia Federal anunciou nesta quarta-feira, 3, os resultados da Operação Metalose. Trata-se de uma investigação que abrange São Paulo, Paraná, Pernambuco e Maranhão com intenção de desarticular uma quadrilha acusada de falsificar próteses humanas, com o uso de material sucateado.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) participou da operação, por meio de monitoramento sobre problemas ocorridos com próteses que apresentaram desvios de qualidade.
De acordo com a PF, com a fraude, as quadrilhas conseguiam lucro de até cem vezes o custo do produto falsificado.
Até o momento, a apreensão foi de cinco pessoas e a legislação prevê pena de 10 a 15 anos de prisão. Além de multas para as empresas irregulares, que varia de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, conforme a gravidade dos fatos e das irregularidades sanitárias.
A Anvisa sugere que as pessoas usuárias de próteses confirmem as informações do produto por meio do endereço eletrônico http://www.anvisa.gov.br/scriptsweb/correlato/correlato.htm
Comissão do Senado aprova regulamentação da EC 29
por Saúde Business Web
03/10/२००७
Emenda aprovada reduz de R$ 20 bilhões para R$ 3,5 bilhões o aporte adicional para o setor
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou na terça-feira, 2 de outubro, o Projeto de Lei complementar que regulamenta a Emenda Constitucional nº 29, que define os percentuais mínimos a serem aplicados pela União, pelos estados e municípios.
O PL 121/ 07 foi aprovado com a emenda do senador Francisco Dornelles (PP/RJ), que mantém a forma de cálculo atual para os percentuais mínimos a serem aplicados pela União, ou seja, a soma do recurso acumulado no ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto. Com essa configuração, no próximo ano a Saúde terá um aporte adicional de R$ 3,5 bilhões.
O projeto inicial previa que a União destinasse no mínimo 10% de suas receitas brutas, o que representaria um aporte de R$ 20 bilhões para o setor. Agora o PL passará pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
Anvisa lança projeto para regulamentar pesquisa clínica no país
por Saúde Business Web
03/10/२००७
Mudanças atribuem mais responsabilidades a patrocinadores
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pretende estabelecer novas regras para a realização de pesquisas clínicas no país. O projeto "Regulamentação para a Realização de Pesquisa Clínica" foi colocado em consulta pública até o dia 20.
Entre as mudanças propostas está a atribuição da responsabilidade aos patrocinadores de implementação e acompanhamento da pesquisa, e de relatar a Anvisa os resultados. Além disso, os patrocinadores internacionais terão que eleger uma Organização Representativa no Brasil.
O projeto também determina que as pesquisas quem envolvam mais de um centro elejam um centro coordenador, que terá as mesmas responsabilidades do patrocinador.
Saúde de Maringá acumula dívida de R$ 2,5 milhões
por Saúde Business Web
03/10/२००७
Administração do Fundo de Saúde Capsema pediu adiantamento de 3% para manter atendimentos de urgência e emergência
O Fundo de Saúde da Caixa de Assistência, Pensões e Aposentadorias dos Servidores Municipais de Maringá (Capsema) possui uma dívida de R$ 2,5 milhões com prestadores de serviços de saúde e hospitais de Maringá.
Diante de uma dívida que cresce gradativamente, um adiantamento de 3% do que é descontado do salário dos servidores foi solicitado à Prefeitura. O valor foi destinado para quitar um déficit de um hospital e para manter atendimentos de urgência e emergência.
De acordo com o Conselho de administração do Capsema, o fundo de saúde sofreu oscilações quando houve, no início deste ano, uma diminuição de repasse da prefeitura de 8% sobre a folha de pagamento dos servidores públicos.
Na tentativa de solucionar o problema, o município estuda a proposta de contratar uma consultoria para a análise de viabilidade econômica de um plano de saúde dos servidores.
Porém, a proposta ainda está sob a análise da Câmara Municipal.
EMS doa softwares para gestão de remédios controlados
por Saúde Business Web
04/10/२००७
Sistema atuará na prática da Resolução 27/2007, na qual a Anvisa estipula informatização de dados sobre o comércio e uso de substâncias
Conforme a resolução 27/2007 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as farmácias e drogarias deverão controlar as informações de comércio e manipulação de substâncias ou medicamentos de controle especial, por meio de sistemas informatizados.
Atualmente, 54% do varejo farmacêutico brasileiro faz uso de computadores para a realização deste procedimento.
Na tentativa de implantar esse sistema, o laboratório EMS distribuiu gratuitamente o software GNMC, desenvolvido pela empresa Escritório Digital. Caso o produto fosse vendido individualmente, um total de R$ 100 milhões seria investido.
O software permite o controle de medicamentos de todos os laboratórios, sem se restringir aos produtos fabricados pela EMS, e chegará ao ponto-de-venda por meio da equipe de vendas da companhia e distribuidores.O software também estará disponível gratuitamente para download no site www.gnmc.com.br.
O cronograma de implantação da Anvisa prevê que o sistema esteja funcionando nas farmácias de manipulação de todo o Brasil e nas drogarias das regiões Sul, Sudeste e Distrito Federal até 29 de outubro.
A implantação na região Nordeste deverá ser finalizada no início de 2008 e, nas regiões Norte e Centro-Oeste, até o final de abril do próximo ano.
30/09/2007
01/10/२००७
Hepatite C em pacientes hemofílicosÉ grande o número de hemofílicos infectados com a hepatite C. Os hemofílicos necessitam fazer uso de fatores de coagulação obtidos do sangue e, por falta de controle no passado, muitos foram infectados com a hepatite C.O "American Journal of Gastroenterology" publica uma pesquisa realizada em Israel na qual os médicos realizaram biopsias em 12 hemofílicos e 20 não hemofílicos, todos pacientes com hepatite C entre 35 e 40 anos de idade, objetivando comparar o grau de fibrose e a atividade necro inflamatória, já que a cirrose do fígado é associada com o desenvolvimento de coágulos de sangue (tromboses) no sistema vascular intra-hepático, mas como aos hemofílicos o fator de coagulação e inexistente a possibilidade da progressão da hepatite C poderia ser diferente ao que acontece na população não hemofílica infectada com a hepatite C.Praticamente a única diferença entre os dois grupos de pacientes era o número de infectados com o genótipo 1, sendo 86% entre os hemofílicos e 46% entre os não hemofílicos. Os restantes possuíam os genótipos 2 ou 3.A media do novel da transaminase AST/TGO nos hemofílicos foi de 44 UI, um valor muito inferior a media entre os pacientes não hemofílicos, com media de 70 UI.As biopsias mostram que nenhum dos hemofílicos apresentou doença avançada no dano no fígado (pontes de fibrose ou cirrose) contra 30% dos pacientes não hemofílicos que já se encontravam nessa fase. Tanto o grau médio de fibrose (0,3 contra 1,5) como a atividade necro inflamatória (1,9 contra 3,6) mostraram que a doença nos hemofílicos era muito menos avançada.Concluem os autores da pesquisa que a infecção pela hepatite C em hemofílicos pode ser menos severa que em pacientes sem hemofilia, recomendando estudos observacionais em maior número de pacientes para poder confirmar o achado. Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:N Assy, N Pettigrew, SS Lee, and others. Are Chronic Hepatitis C Viral Infections More Benign in Patients With Hemophilia? Am J Gastroenterol 102(8): 1672-1676. August 2007 Carlos VaraldoGrupo Otimismo
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITISONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22Rio de Janeiro - BrasilTel. (55.21) - 9973.6832e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com01/10/2007
Hepatitis C en pacientes hemofílicosEs grande el número de hemofílicos infectados con hepatitis C. Los hemofílicos necesitan hacer uso de factores de coagulación obtenidos de la sangre y, por falta de control en el pasado, muchos fueron infectados con la hepatitis C.El "American Journal of Gastroenterology" publica una investigación realizada en Israel en la cual los médicos realizaron biopsias en 12 hemofílicos y 20 no hemofílicos, todos pacientes con hepatitis C entre 35 y 40 años de edad, objetivando comparar el grado de fibrosis y la actividad necro inflamatoria, ya que el cirrosis del hígado es asociada con el desarrollo de coágulos de sangre (trombosis) en el sistema vascular intra-hepático, pero como en los hemofílicos el factor de coagulación e inexistente la posibilidad de la progresión de la hepatitis C podría ser diferente a lo que acontece en la población no hemofílica infectada con hepatitis C.Prácticamente la única diferencia entre los dos grupos de pacientes era el número de infectados con el genotipo 1, siendo 86% entre los hemofílicos y 46% entre los no hemofílicos. Los restantes poseían los genotipos 2 ó 3.El promedio de los niveles de la transaminasa AST/TGO en los hemofílicos fue de 44 UI, un valor muy inferior a medía entre los pacientes no hemofílicos, con un promedio de 70 UI.Las biopsias muestran que ninguno de los hemofílicos presentó enfermedad avanzada en el daño en el hígado (puentes de fibrosis o cirrosis) contra 30% de los pacientes no hemofílicos que ya se encontraban en esa fase. Tanto el grado medio de fibrosis (0,3 contra 1,5) como la actividad necro inflamatoria (1,9 contra 3,6) mostraron que la enfermedad en los hemofílicos era menos avanzada. Concluyen los autores de la investigación que la infección por la hepatitis C en hemofílicos puede ser menos severa que en pacientes sin hemofilia, recomendando estudios en mayor número de pacientes que puedan confirmar estos datos. Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:N Assy, N Pettigrew, SS Lee, and others. Are Chronic Hepatitis C Viral Infections More Benign in Patients With Hemophilia? Am J Gastroenterol 102(8): 1672-1676. August 2007 Carlos VaraldoGrupo Optimismo
01/10/२००७
O tratamento da hepatite C melhora o tratamento do HIV/AIDSA co-infecção HIV/HCV é um complicador para ambas as doenças, acelerando significativamente a progressão do dano a saúde. Atualmente a hepatite C é a principal causa de mortes nos infectados com HIV/AIDS. O vírus da hepatite C ataca mais rapidamente o fígado, o qual também e atacado pelos medicamentos utilizados no tratamento do HIV.Um estudo publicado no "The Journal Infectious Diseases" relata o seguimento de 132 pacientes co-infectados HIV/HCV que receberam tratamento para a hepatite C no Hospital Carlos III da Espanha. Um dos objetivos era determinar se o tratamento da hepatite C poderia melhorar o controle do HIV.Para efeito de controle era observada a toxicidade causada ao fígado pelos medicamentos para o tratamento da AIDS, um grave problema que muitas vezes leva a ter que interromper a administração de algum dos medicamentos. Durante o tempo do estudo após finalizado o tratamento da hepatite C, 28% dos pacientes desenvolveram problemas de toxicidadecom os medicamentos empregados para tratar o HIV, mas estas complicações na sua maioria se deram nos pacientes que o tratamento da hepatite C não obteve sucesso.Concluem os pesquisadores que o tratamento da hepatite C facilita posteriormente o tratamento da AIDS, diminuindo a possibilidade de acontecerem problemas hepáticos causados pelos medicamentos utilizados no tratamento da AIDS, permitindo uma escolha mais ampla na composição do coquetel antiviral. Carlos VaraldoGrupo Otimismo
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITISONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22Rio de Janeiro - BrasilTel. (55.21) - 9973.6832e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com01/10/2007
El tratamiento de la hepatitis C mejora el tratamiento del HIV/SIDALa co-infección HIV/HCV es un factor que complica las dos enfermedades, acelerando significativamente la progresión del daño a la salud. Actualmente la hepatitis C es la principal causa de muertes en los infectados con HIV/SIDA. El virus de la hepatitis C ataca más rápidamente el hígado, el cual también es atacado por los medicamentos utilizados en el tratamiento del HIV.Un estudio publicado en el "The Journal Infectious Diseases" relata el seguimiento de 132 pacientes co-infectados HIV/HCV que recibieron tratamiento para hepatitis C en el Hospital Carlos III de España. Uno de los objetivos era determinar si el tratamiento de la hepatitis C podría mejorar el control del HIV.Para efecto de control eran observados los efectos tóxicos causados al hígado por los medicamentos para el tratamiento del SIDA, un grave problema que muchas veces lleva a tener que interrumpir la administración de algunos de los medicamentos. Durante el tiempo del estudio después de finalizado el tratamiento de la hepatitis C, 28% de los pacientes desarrollaron problemas en el hígado por efecto de los medicamentos para el tratamiento del HIV, pero estas complicaciones en su mayoría se dieron en los pacientes que el tratamiento de la hepatitis C no obtuvo suceso.Concluyen los investigadores que el tratamiento de la hepatitis C facilita posteriormente el tratamiento del SIDA, disminuyendo la posibilidad de acontecer problemas hepáticos causados por los medicamentos utilizados en el tratamiento del SIDA, permitiendo una selección más amplia en la composición del cóctel antiviral. Carlos VaraldoGrupo
http://www.hepato.com/p_hiv_hcv/tratamento_hiv_hcv_20071001.html
01/10/२००७
Carta de protesto da família HIV/AIDSDevo confessar que o crescimento das famílias Hepa-B e Hepa-C, que hoje é 10 vezes mais numerosa que a nossa, me deixa, como diria mestre Houaiss, obstupefato, azambumbado e desmandibulado de pasmo quando comparo vocês com o crescimento da minha família HIV/AIDS।Mas fiquei aborrecido por vocês ignorar em tudo o que ajudamos para aumentar vossas famílias. Lembrem que anos atrás somente a AIDS trabalhava para encher os cemitérios, até, que apareceram os chatos da sociedade civil com uma grita enorme e, o governo acuado, tomou providencias para nos combater. Hoje, as residências onde moram nossos familiares HIV/AIDS são preservadas. Uma em cada três residências está recebendo cuidados do governo e, por isso, elas permanecem em pé. Mas as "otoridades", que são nossas aliadas, conseguiram chegar ao poder e passaram a nos ajudar e, para tal, vamos lembrar alguns importantes fatos acontecidos. Não podemos esquecer que ao retirar a hepatite B (o nosso primo HEPA-B) da relação das doenças sexualmente transmissíveis no tal programa de combate as DST foi um fato fundamental para camuflar a atuação da família e permitir um rápido crescimento. Um segundo passo importante foi quando os nossos aliados assumiram o tal programa de redução de danos entre usuários de drogas e, para desviar a atenção somente dispararam as armas contra a minha família, deixando o caminho aberto para os primos HEPA-C crescer loucamente e, hoje, já estão instalados em mais da metade dessas residências, quando a minha família mal conseguiu penetrar em cinco por cento delas. Foi uma estratégia fantástica e, atualmente, com a união estabelecida pelo casamento HIV/HCV, estamos derrubando todos eles, atacando seu fígado e os encaminhando às nossas funerárias e cemitérios. O negócio não acabou, pelo contrário ele cresceu muito! A forma de trabalhar das "otoridades" já foi explicitada por Freud. A realização de continuas promessas na saúde pública conforta as próprias "otoridades" por fracassos passados, sendo tais promessas utilizadas como mentiras salvadoras para as "otoridades" permanecerem encasteladas nos cargos. O combate às famílias HEPA-B e HEPA-C no Brasil vive hoje submersa na mais radical e completa ilegalidade, que começa com a falta total de iniciativas. É uma guerra civil declarada pelas hepatites B e C e as "otoridades" omissas fingem ignorá-la, assim como ignoram que existe uma Constituição e uma Lei Geral do SUS que se aplicadas poderiam incriminar criminalmente os omissos. Por que o governo federal está esperando esse tempo todo para reconhecer a tragédia? Ora meus queridos primos, a resposta é muito simples: Essas "otoridades" são nossos aliados e nos retribuem ao favorecer nosso crescimento familiar, gerando a cada dia novos filhotes, fortes e saudáveis, um orgulho para as famílias HIV, HBV e HCV. Com saudades,O primo da família HIV/AIDS Carlos VaraldoGrupo Otimismo
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITISONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22Rio de Janeiro - BrasilTel. (55.21) - 9973.6832e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com01/10/2007
Carta de protesto de la familia HIV/SIDADebo confesar que el crecimiento de las familias Hepa-B y Hepa-C, que hoy es 10 veces más numerosa que nuestra, me deja asombrado cuando comparo ustedes con el crecimiento de mi familia HIV/SIDA por aquí en el Brasil.Pero me quedé enfadado por ustedes ignorar en todo lo que ayudamos para aumentar vuestras familias. Recuerden que años atrás solamente el SIDA trabajaba para llenar los cementerios, hasta, que aparecieron los de la sociedad civil con una grita enorme y, el gobierno colocado contra la pared, tomó providencias para combatirnos. Hoy, las residencias donde viven nuestros familiares HIV/SIDA son preservadas. Una en cada tres residencias está recibiendo cuidados del gobierno brasileño y, por eso, permanecen en pie. Pero las "autoridades", que son nuestras aliadas, lograron llegar al poder y pasaron a ayudarnos y, para tal, vamos a recordar algunos importantes hechos pasados. No podemos olvidar que al retirar la hepatitis B (nuestro primo HEPA-B) de la relación de las enfermedades sexualmente transmisibles en el tal programa de combate a las enfermedades sexualmente transmisibles fue un hecho fundamental para camuflar la actuación de la familia y permitir un rápido crecimiento. Un segundo paso importante fue cuando nuestros aliados asumieron el tal programa de reducción de daños entre usuarios de drogas y, para desviar la atención solamente dispararon las armas contra mi familia, dejando el camino abierto para los primos HEPA-C crecer locamente y, hoy, ya están instalados en más de la mitad de esas residencias, cuando mi familia mal consiguió penetrar en un cinco por ciento de ellas. Fue una estrategia fantástica y, actualmente, con la unión establecida por el casamiento HIV/HCV, estamos derrumbando todos ellos, atacando su hígado y los encaminando a nuestras funerarias y cementerios. ¡El negocio no acabó, por el contrario creció mucho! La forma de trabajar de las "autoridades" ya fue explicitada por Freud. La realización de continúas promesas en la salud pública conforta las propias "autoridades" por fracasos pasados, siendo tales promesas utilizadas como patrañas salvadoras para las "autoridades" permanecer en los cargos. El combate a las familias HEPA-B y HEPA-C en Brasil vive hoy sumergida en la más radical y completa ilegalidad, que comienza con la falta total de iniciativas. Es una guerra civil declarada por las hepatitis B y C y las "autoridades" omisas fingen ignorarla, así como ignoran que existe una Constitución y una Ley General del sistema único de salud pública que se aplicadas podrían incriminar criminalmente los omisos. ¿Por qué el gobierno federal está esperando ese tiempo todo para reconocer la tragedia? Ora mis queridos primos, la respuesta es muy simple: Esas "autoridades" son nuestros aliados y nos retribuyen al favorecer nuestro crecimiento familiar, generando a cada día nuevas crías, fuertes y saludables, un orgullo para las familias HIV, HBV y HCV. Con nostalgias,El primo de la familia HIV/SIDA Carlos VaraldoGrupo
http://www.hepato.com/p_geral/carta_do_hiv_20071001.html
"01/10/2007
Importante decisão do TST por dispensa discriminatória
Uma decisão proferida pelo Tribunal Superior do Trabalho servirá como jurisprudência em casos de demissão discriminatoria por uma doença. A decisão e referente a um caso de HIC/AIDS, mas ele serve para toda e qualquer doença, inclusive as hepatites, se forem seguidos procedimentos similares pelo funcionário.
"O repúdio à atitude discriminatória, objetivo fundamental da República Federativa do Brasil, sobrepõe-se à própria inexistência de dispositivo legal que assegure ao trabalhador portador do vírus HIV estabilidade no emprego", argumentou o relator, ministro João Oreste Dalazen na decisão que deu ganho de causa ao funcionário.
A seqüência dos fatos é importante para que o judiciário possa dar uma sentença favorável, neste caso o funcionário foi admitido pelo Banco Mercantil do Brasil em outubro de 1985 para cargo técnico, após mais de 15 anos de serviço, inclusive com função de operador de mercado, sua maior remuneração chegou a R$ 2.172,14.
O funcionário foi demitido em 2001.
O trabalhador contou que, em abril de 1998, recebeu resultado de exame atestando ser portador do vírus HIV. Segundo informou, logo comunicou a seu chefe imediato, entregando o documento original recebido do laboratório. Desde esse momento, a empresa conhecia e até acompanhava o tratamento médico.
Ao ajuizar ação trabalhista em março de 2002, o bancário alegou que a empresa rescindiu o contrato sem justa causa, sem respaldo econômico, disciplinar, técnico ou financeiro. Para o ex-empregado, a irregularidade da rescisão contratual começou pela afronta aos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e dos valores sociais do trabalho.
Após a empresa ter conhecimento de que um empregado é portador do vírus HIV ou de qualquer outra doença, presume-se discriminatória sua dispensa. Com base nesse entendimento, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou a reintegração de um bancário demitido em junho de 2001, inclusive com o pagamento dos salários e encargos sociais desde março de 2002 quando injustamente demitiu o funcionário."
http://www.hepato.com/p_leis_direitos/demisao_discriminacao_20071001.html
27/09/2007
Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de हेपतिते
ONG - Registro n°।: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJTel.: (21) 9973.६८३२
Notícias da segunda-feira, 24 de setembro de २००७
Desejando ver a íntegra das notícias visite www.hepato.com
Pacientes com depressão respondem a metade dos não depressivos no tratamento da hepatite C
Um estudo comprovou que nos pacientes que sofrem de depressão a possibilidade de conseguir a cura da hepatite C e exatamente a metade que entre os pacientes que não sofrem de depressão ou, que conscientes da depressão são acompanhados por um psiquiatra.
A notícia completa é encontrada na nossa página www.hepato.com।
Como avaliar a própria depressão antes do tratamento da hepatite C?
Este formulário simplesmente tenta despertar a curiosidade dos pacientes sobre 20 sintomas que podem ser um sinal de alerta sobre possíveis sintomas de depressão.
O formulário é encontrado na nossa página www.hepato.com.
Como cada um pode se auto-ajudar quando está deprimido
Conselhos de auto-ajuda para superar a depressão.
Como podem os familiares e amigos ajudar uma pessoa deprimida
Conselhos para ajudar a superar a depressão de um familiar ou amigo.
Pegasys ou Pegintron। Qual o melhor no tratamento da hepatite C nos co-infectados HIV/HCV?
Um estudo parece colocar um ponto final na comparação dos dois interferons peguilados quando o assunto e o tratamento da hepatite C no grupo de indivíduos co-infectados HIV/HCV.
O impacto da hepatite C nos pacientes em diálise
Um estudo que analisa o impacto que a hepatite C pode ter na expectativa de vida e de complicações entre doentes renais que realizam seções de diálise.
Carta enviada pelo vírus da hepatite C ao seu primo, o vírus da hepatite B - Notícias da família
Correspondências trocadas entre os primos contando como anda a família.
Justiça obriga planos a oferecer tratamento contra hepatite
Para garantir o direito de todos os conveniados, a Justiça determinou nesta semana que a Unimed Salvador cubra o tratamento ambulatorial das variações B e C da hepatite, garantida por lei oferecendo o tratamento, que consiste na administração do medicamento Interferon Alfa Peguilado e a realização do exame de biologia molecular.
Sobre conselhos médicos e Internet
Os melhores e mais experimentados médicos indicam a seus pacientes que procurem informações sobre sua doença na internet ou em grupos de apoio aos pacientes. Os médicos inseguros de seu conhecimento tentam manter o paciente longe de qualquer fonte de informação, aconselhando-os a não entrar na internet e nunca freqüentar grupos de apoio ou a assistir palestras que não sejam dadas por algum médico (preferivelmente o próprio). Um artido do "Diario Clarin".
Plano de inclusão do governo envolve setor de Saúde
por Saúde Business Web
26/09/२००७
Parte do investimento de R$ 2,4 bilhões será proveniente do orçamento do Ministério da Saúde
O plano do Governo Federal de inclusão de pessoas com deficiência também envolverá o setor de Saúde. O governo investirá R$ 2,4 bilhões na ampliação de programas em áreas como educação, saúde, habitação e transporte.
Dentre as medidas anunciadas está a concessão de próteses e órteses para atender toda a demanda reprimida até 2010.
Do total do valor investido, R$ 1,9 bilhão é do Orçamento Geral da União (OGU), dos orçamentos da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), dos Ministérios da Saúde, Cidades, Trabalho e Emprego e Educação, além de R$ 473,5 milhões de financiamentos do FGTS.
Presentes concedidos a médicos poderão ser registrados nos Estados Unidos
por Saúde Business Web
27/09/२००७
Projeto do Senado americano quer trazer mais transparência nas relações entre indústria e profissionais do setor
O Senado americano estuda a implantação de um programa para monitorar a concessão de presentes e brindes a médicos pelas indústrias farmacêuticas e de materiais e equipamentos.
De acordo com o projeto, as indústrias com faturamento anual superior a US$ 100 milhões deveriam registrar os presentes superiores a US$ 25 concedidos aos médicos. Os registros seriam disponibilizados em um banco de dados de acesso público. O objetivo da iniciativa é fazer com que os pacientes tenham condições de avaliar quanto dinheiro é investido para que os médicos prescrevam determinado tratamento e evitar relações anti-éticas no segmento.
Os presentes e brindes a serem cadastrados estão relacionados a almoços, viagens e pagamentos de participações em cursos e congressos. Ficarão isentas do registro a concessão de amostras e o financiamento de estudos clínicos.
Os estados Maine, Minessota e Vermont já adotam leis que limitam a concessão de brindes e presentes aos médicos pela indústria. O projeto aguarda votação.
Austrália investe US$ 560 milhões em pesquisa na saúde
por Saúde Business Web
27/09/२००७
Primeiro-ministro da Austrália, John Haward, anunciou nesta terça-feira, 25, que o valor irá para 50 universidades e institutos de pesquisa
A última terça-feira, 25, foi a data que o primeiro-ministro da Austrália, John Haward, escolheu para anunciar o pacote de investimentos em pesquisa e desenvolvimento nas áreas da saúde e médica para o ano de 2008.
O valor aportado para essa iniciativa é da ordem de US$ 560 milhões e o destino desta verba já está definido. De acordo com o governante, mais de 50 universidades e institutos de pesquisa serão beneficiados com o recurso no próximo ano.
O financiamento abrangerá uma variedade de temas da área médica como doenças de coração, obesidade, câncer, saúde da criança, depressão e doenças crônicas tais como o diabetes e asma.
O incentivo terá o apoio do Conselho Nacional de Saúde, o que ajudará na escolha dos pesquisadores australianos.
Segundo Haward, o governo australiano registrará um aumento quíntuplo no investimento público na comunidade da saúde e na pesquisa médica, desde 1995 até 2009. No ano de 2010, os aportes alcançarão U$ 695 milhões.
A lista com todos os pesquisadores pode ser encontrada em: http://www.nhmrc.gov.au/funding/funded/outcomes/index.htm
Hospital do Servidor Público recebe doação de vídeolaparoscopia
por Saúde Business Web (Colaborou Patricia Santana)
27/09/२००७
O HSPE foi o primeiro hospital público no Brasil a fazer cirurgias videolaparoscópicas, em 1991
Foto: Divulgação
Aparelho será utilizado também para cursos de imersão realizados com pós-graduandos
Na última terça-feira, 25, o serviço de cirurgia geral do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) inaugurou o novo set de vídeolaparoscopia, doado pela fabricante alemã Karl-Storz.
Segundo Renato Arioni Lupinacci, diretor do serviço de Cirurgia Geral, a entidade já tinha o desejo de adquirir este aparelho. "Queríamos essa tecnologia, porque tem uma qualidade melhor e o poder de resolução de imagem é maior. Em videolaparoscopia isso é importante", diz.
A escolha do hospital está associado ao fato de a entidade ser a mais desenvolvida no país. O HSPE foi o primeiro hospital público no Brasil a fazer cirurgias videolaparoscópicas, em 1991.
Apenas em cirurgias coloretais, procedimento iniciado em 1996, foram 850 casos. Isto faz com que a demanda do uso desse equipamento seja grande. "Hoje a maioria dos procedimentos (cirurgias gástricas, torácicas, oncológicas, neurológicas) são feitas com esse tipo de equipamento", informa Lupinacci.
A instituição aproveitará o aparelho nos cursos de imersão realizados com pós-graduandos. O primeiro curso utilizando o equipamento será entre 1 e 4 de novembro. Será o III Simpósio Internacional de Videolaparoscopia Coloretal.
As inscrições já estão abertas no site www.cecon.org.br.
Hospital Santa Cruz, em Curitiba, terá Centro de Diagnóstico por Imagem
por Saúde Business Web
27/09/२००७
Instalação contou com um investimento total de R$ 450 mil
O Hospital Santa Cruz, em Curitiba (PR), inaugura hoje, 27, o novo Centro de Diagnótico por Imagem.
A instalação contou com um investimento total de R$ 450 mil e terá 600 metros quadrados, o que inclui duas salas para exame de ecografia, sala de raio-x, sala para exame de densitometria óssea, sala de mamografia, sala de tomografia computadorizada, sala de digitação de laudo, sala de interpretação de laudo, sala de indução e recuperação anestésica, sala de espera, vestiário e sala de utilidades.
Apenas na compra de equipamentos e móveis, a instituição investiu R$ 80 mil. Antes, o hospital terceirizava os exames radiológicos. A partir de hoje, o serviço será prestado na própria entidade.
25/09/2007
Anvisa suspende uso de anestésico
por Saúde Business Web
24/09/२००७
Alphacaine 100 apresentou princípio ativo baixo
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou o lote nº 0611D23 do anestésico local Alphacaine 100 (Cloridrato de Lidocaína+Epinefrina). O medicamento da DFL Indústria e Comércio (RE 2898), de Jacarepaguá (RJ), apresentou teor do princípio ativo abaixo do especificado, o que compromete sua eficácia.
Foram detectados ainda problemas na rotulagem do anestésico, como a ausência da data de fabricação e do telefone do Serviço de Atendimento ao Consumidor.
O lote 62044 do produto chinês Agulha Hipodérmica 25*7 (22G*1"), da empresa Jiangsu Xuyi K. Medical Corporation (RE 2895) também foi interditado por apresentar resultado insatisfatório no ensaio de aspecto. Dentro da embalagem do produto importado pela Med Goldman Indústria e Comércio, de Manaus (AM), havia partículas escuras.
23/09/2007
São Francisco amplia programa universal de saúde
por Saúde Business Web
21/09/२००७
O programa foi batizado de ‘Healthy San Francisco', sendo que o projeto piloto iniciou em julho e expandiu para outras cidades nesta semana
Os moradores de São Francisco, nos Estados Unidos, possuem um novo programa que garante gratuidade ou tabela variável de procedimentos médicos para todos os adultos sem planos de assistência médica.
O programa determina comunicação entre as cidades e não leva em consideração as condições médicas pré-existentes nos pacientes, local residencial ou pagamento sobre o tratamento.
O programa foi batizado de ‘Healthy San Francisco'. O projeto piloto iniciou em julho e expandiu para outras cidades nesta semana. É a primeira tentativa de estabilizar a crise da saúde dos Estados Unidos com o auxílio do estado e de fundos federais.
O projeto de São Francisco não permite que a cobertura médica viaje com o indivíduo. O cuidado é fornecido e pago em clínicas e por hospitais na cidade.
O conceito do projeto é de que cada paciente terá "um repouso médico" em uma clínica particular da cidade, de modo que o tratamento possa ser coordenado.
Outra proposta é a instauração de um cartão de identificação médico de São Francisco. A estimativa de atendimento é de 82 mil adultos entre 18 e 64 anos.
Ministério da Saúde envia missão para GanaDivulgação / MS [21/09/2007]
Dois técnicos do Ministério da Saúde embarcam neste sábado (22) para Gana, na África para debater, com especialistas locais, formas de capacitação de profissionais de saúde para melhorar o tratamento a pacientes portadores de HIV.
O objetivo da missão brasileira é mapear as necessidades do sistema de saúde de Gana. De posse dos dados, a delegação brasileira deve colaborar para a elaboração de um trabalho que aborde formas de controle de Doenças Sexualmente Trasmissíveis (DST/AIDS) e a assistência aos pacientes.
A delegação brasileira também pretende desenvolver um sistema de prevenção, por meio de campanhas publicitárias, para esclarecer à população sobre os riscos de contaminação.
O aconselhamento abordará questões como os direitos humanos e a discriminação aos pacientes com AIDS. Em alguns países africanos, é comum que pessoas que vivem com o HIV se escondam, para evitar a discriminação.
Merck abandona testes de vacina contra o HIV
Vacina não se mostrou eficaz em prevenir contaminação pelo HIV
O laboratório Merck suspendeu os testes de uma vacina experimental que era considerada uma das mais promissoras na luta contra o HIV, o vírus causador da Aids.
Os testes foram interrompidos depois que uma comissão que monitorava os trabalhos chegou à conclusão de que a vacina era ineficaz.
Segundo essa comissão, nos testes realizados a vacina não conseguiu impedir que voluntários fossem infectados com o vírus HIV.
A Merck dedicou 10 anos ao desenvolvimento da droga, que continha um vírus comum da gripe que carregava cópias de três genes do HIV.
A expectativa era de que a exposição a esses genes provocasse uma reação do sistema imunológico, fazendo com que as células contendo o vírus HIV fossem reconhecidas e destruídas.
O programa internacional de testes da vacina da Merck, chamado Step, foi iniciado em 2004 e envolvia 3 mil voluntários.
Esses voluntários tinham entre 18 e 45 anos, eram todos HIV negativo e considerados em situação de risco de contrair o vírus.
De acordo com a Merck, de um grupo de 741 voluntários que receberam a vacina, 24 foram infectados com o vírus HIV.
Em outro grupo, formado por 762 voluntários que receberam placebo, 21 foram infectados.
21/09/2007
Brasil é destaque em vigilância epidemiológica e no combate à Aids
As ações de vigilância epidemiológica e de combate à Aids promovidas pelo Brasil ganharam destaque no relatório anual produzido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em Genebra, na Suíça. Segundo o documento, o Brasil é pioneiro na distribuição de medicamentos para o combate à Aids na rede pública de saúde e possui sistema de vigilância capaz de identificar, controlar e prevenir surtos e emergências epidemiológicas. O relatório que destacou as ações brasileiras traz um alerta: as doenças infecciosas estão se espalhando em todo o mundo com uma rapidez jamais registrada. "Nenhum país está protegido frente à chegada de uma nova enfermidade", diz o documento. Daí a necessidade dos países membros da OMS de manter a vigilância epidemiológica sempre em alerta.Cievs
O relatório da Organização Mundial de Saúde 2007 destaca o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) como um importante instrumento para coleta e troca de informações epidemiológicas entre o Brasil, Estados Unidos e países da América Latina. De acordo com o documento, o Centro de Informações é um importante passo para o fortalecimento da integração dos países na melhoria do sistema global de saúde pública. No Brasil, o Cievs funciona desde março de 2006, em Brasília, e é por meio dele que a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde detecta, monitora, controla e previne a ocorrência de doenças. O Cievs é especialmente equipado para receber informações sobre a ocorrência de surtos e emergências epidemiológicas, tais como os demais centros instalados nos Estados Unidos, Canadá, México, Peru e Argentina. No período de março de 2006 a julho de 2007, o Cievs monitorou 301 eventos, no Brasil e em países vizinhos, como a Argentina e Bolívia. Destes, 299 foram por agravos transmissíveis e dois por desastres naturais.Além do Cievs, o país tem duas Unidades de Respostas Rápidas (URR) na Bahia e no Rio Grande do Norte que integram a Rede Nacional de Respostas aos Surtos e Emergências. Existe também um sistema de monitoramento de emergências epidemiológicas funcionando há 10 anos em São Paulo que também integra a rede coordenada pelo Ministério da Saúde e conta recursos federais para o seu aperfeiçoamento.O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde e em parceria com as secretarias de saúde dos estados e capitais, está investindo R$ 5 milhões na instalação e aperfeiçoamento de 53 Unidades de Respostas Rápidas no país até 2011. Regulamento
A criação do sistema integrado de vigilância segue as orientações do novo Regulamento Sanitário Internacional, que entrou em vigor no mês de junho. Diante de ameaças globais, como a possível ocorrência de pandemia de influenza, tornou-se necessário o aperfeiçoamento das ações de vigilância em saúde. Agência SaúdeMais informaçõesAssessoria de Imprensa do Ministério da Saúde do Ministério da Saúde
Tel.: (61) 3315-2005/3325-2122Fax: (61) 3225-7338Plantão: (61) 9962-3752E-mail: imprensa@saude.gov.br
Fonte: Ministério da Saúde
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